Livro I
No Livro I, Rousseau propõe investigar se pode haver, na ordem civil, alguma regra de administração, legítima e segura, que tome os homens como são e as leis como podem ser, cuidando sempre de ligar o que o direito sanciona com o que o interesse prescreve, a fim de que a justiça e a utilidade não se encontrem divididas.
I – Assunto desse Primeiro Livro
O homem que nasceu livre hoje se encontra limitado pela ordem social, até mesmo o que governa os demais. Como ocorreu a mudança do estado natural ao civilizado Rousseau diz ignorar, mas propõe descobrir o que legitima tal fato.
Considerando apenas a força e o efeito derivado da mudança, é certo o homem obedecer a coerção que sofre pela ordem social. Mais certo ainda é questioná-la quando necessário, pois possui pleno direito para tanto. Todavia, a ordem social é um direito que alicerça todos os demais e se fundamenta em convenções e não na natureza.
II – Das Primeiras Sociedades
A família é a primeira das sociedades e a única natural. Os filhos se submetem aos pais apenas enquanto necessário para sua conservação. Se permanecerem por mais tempo não será naturalmente, mas por convenção. Desfeita a ligação entre estes, todos voltam ao estado de independência, sendo cada um o seu próprio senhor a proteger sua individual conservação.
A família é também o primeiro modelo das sociedades políticas. O pai representa o chefe e os filhos o povo, sendo todos nascidos livres e iguais e que alienam a liberdade apenas em função da utilidade. A diferença é que o pai sente amor pelos filhos e o chefe sente prazer em comandar.
Em defesa da idéia de que o poder de governar se estabelece em favor do interesse dos governados, Rousseau condena a concepção contrária, versada por Grotius, Hobbes e Calígula, que consiste em estabelecer o direito pelo fato, comparando o governante ao pastor de natureza superior e humano e o povo ao gado de natureza inferior e não-humano, que porventura lhes serve de alimento.
Da concepção aristotélica de que uns homens nascem escravos e outros para governar, Rousseau afirma ser correta. Porém, é uma idéia que toma o efeito pela causa, pois nascendo escravos os indivíduos perdem a vontade de se libertar e tomam gosto pela servidão. A força constituiu os primeiros e a covardia os perpetuou.
III – Do Direito do Mais Forte
Se a força não se converter em direito e a obediência em dever, o mais forte não será sempre o senhor, pois ceder à força é um ato de necessidade ou prudência e não de vontade. Se o direito vem da força, então poderia uma força maior sobrepor legitimamente tal direito, uma vez que o mais forte tem sempre razão. Assim, Rousseau afirma que a força não faz direito e que só se deve obedecer à legítima autoridade.
IV – Da Escravidão
Se um homem não possui autoridade natural sobre outro e se a força não produz direito, restam as convenções como base da autoridade legítima entre os homens.
Neste sentido, Rousseau refuta a afirmação de Grotius de que um povo pode alienar a sua liberdade e tornar-se escravo de um rei em troca de subsistência ou tranqüilidade civil. Sobre a premissa inicial, diz ser o rei quem retira a subsistência do povo em favor da própria. Quanto à tranqüilidade civil, Rousseau lembra que as guerras causadas pela ambição e avidez do rei afligem mais que as dissensões do povo. Também, a tranqüilidade não é fundamento absoluto no sentido de que também se vive tranquilamente em um calabouço, por exemplo. Afirmar que um homem se aliena gratuitamente é inconcebível e quem o faz não se encontra de posse de seu juízo. Supor a alienação de um povo inteiro é loucura, e loucura não faz direito.
Supondo, então, a alienação de cada indivíduo, estes não poderiam alienar seus filhos, visto que nascem livres e que apenas eles podem dispor de si próprios quando atingirem a idade da razão. Um governo arbitrário só seria legítimo se cada geração fosse senhor de admiti-lo ou rejeitá-lo, mas assim tal governo já não seria arbitrário.
Renunciar à liberdade é renunciar a qualidade de ser humano e não há compensação possível para quem a renuncie. É vão e contraditório estipular uma convenção entre uma autoridade absoluta de um lado e uma obediência sem limites de outro.
Sobre a origem do direito de escravizar proveniente da guerra, onde o individuo vencido abre mão da liberdade para não ser morto pelo vencedor, Rousseau lembra que o direito de matar os vencidos não resulta de um estado de guerra pelo simples fato de que os homens na primitiva independência não possuíam relações tão freqüentes que configurem estado de guerra ou estado de paz. A guerra é constituída pela relação das coisas, de Estado para Estado, onde os particulares são acidentalmente inimigos apenas enquanto defensores do Estado, na qualidade de soldados que, se rendendo ou se depondo, deixam de ser inimigos e voltam a ser simplesmente homens, não podendo outros dispor sobre suas vidas.
Se o direito de conquista se fundamenta na lei do mais forte e se a guerra não dá direito de massacrar os vencidos, a escravatura também não justifica. Mesmo se admitisse o direito de tudo matar, os conquistados só obedecem porque são forçados.
Por qualquer lado que se observe, o direito de escravizar é nulo por ser ilegítimo e absurdo. As palavras direito e escravatura são contraditórias.
V – É Preciso Remontar Sempre a um Primeiro Convênio
Submeter uma multidão não é reger uma sociedade. Mesmo considerando como ajuntamento, o seu chefe continua um particular que possui interesse distinto do interesse dos subjugados.
Um povo é um povo antes de se submeter a um líder e este ato de doação pressupõe uma decisão pública. Todavia, o ato que institui um povo como tal, que verdadeiramente fundamenta a sociedade, é anterior ao ato pelo qual se elege o rei. Se não houvesse tal convênio anterior, não haveria obrigação dos poucos indivíduos se submeterem à escolha da maioria.
VI – Do Pacto Social
Rousseau supõe que os indivíduos se uniram para transpor os obstáculos que sozinhos, em seu estado natural, não conseguiriam. A raça humana não sobreviveria sem a força proporcionada pela união.
A soma das forças surge apenas quando muitas pessoas se unem. Entretanto, a liberdade e a força são os principais instrumentos de conservação individual. O contrato social, assim, é o ato necessário para que a união preserve cada individuo e seus respectivos bens, obedecendo a si próprio e livre como antes.
As cláusulas do contrato social, embora nunca enunciadas, são reconhecidamente iguais em todos os lugares. Tais cláusulas são de tal modo determinadas pela natureza do ato que qualquer alteração o anula e, infringido o pacto social, os indivíduos voltam à liberdade natural e perdem a liberdade contratada.
Todas as disposições do contrato se reduzem na alienação total e sem reservas do indivíduo e seus direitos em favor da comunidade. Se todo individuo assim procede, a condição é igual para todos e não há motivos se onerar os demais. Se alguém resguardar qualquer direito, a falta de um juiz comum entre este e os demais faria com que cada indivíduo julgasse, além dos próprios atos, os atos dos demais, o que tornaria a associação tirânica ou inoperante.
Cada qual, se doando a todos, não se doa a ninguém. Se ganha o que se perde e mais força para conservar o que possui. Cada um deposita sua pessoa e seu poder sob a direção geral e recebe cada um coletivamente como parte indivisível do todo.
O pacto social produz um corpo moral e coletivo composto pela totalidade dos indivíduos que o instituiu. A pessoa pública formada pela soma das demais é conhecida como República ou corpo político, enquanto os associados recebem o nome de povo, cidadãos ou súditos, dependendo do contexto.
VII – Do Soberano
O ato de associação corresponde um acordo recíproco do público com os particulares. Cada indivíduo se acha obrigado como membro do soberano para com os particulares e como membro do estado para com o soberano. O indivíduo não está obrigado consigo, mas com o todo do qual faz parte.
A deliberação pública que obriga os súditos em face do soberano não pode obrigar o soberano em face de si mesmo. É contra a natureza do corpo político impor uma lei ao soberano não se pode infringir. Isso não significa que esse corpo não pode se comprometer com outros quando não derrogue o contrato, pois em relação ao estrangeiro esse corpo se torna um ser simples, um indivíduo.
Todavia, esse corpo político ou soberano não pode se obrigar a nada que derrogue o contrato, como alienar parte de si ou se submeter a outro soberano. Violar o ato que o institui implica em aniquilar-se.
Formado o corpo político, um ato contra um membro implica em um ato contra o corpo. Também, um ato contra o corpo implica em um ato contra seus membros. O dever e o interesse obrigam as duas partes contratantes a se ajudarem. Os mesmo homens devem buscar reunir as vantagens dessa dupla relação.
Sendo o soberano composto apenas pelos indivíduos que o compõe, não tem e não pode ter interesse contrário ao deles, prejudicando-os. Assim, o soberano não precisa dar garantias aos súditos. O soberano é o que deve ser.
Entretanto, este caso não se aplica dos indivíduos em relação ao soberano. Ninguém responderia seus compromissos se não encontrasse meios de assegurar-se de sua felicidade.
Cada indivíduo, como homem, pode ter interesse particular distinto do interesse comum, como cidadão. Como sua existência independente do contrato, tende ele considerar que sua obrigação à causa comum é uma contribuição gratuita. Visto que o Estado é um ser moral e não humano, tende a gozar os direitos de cidadão sem querer cumprir os deveres de súdito.
Para que o pacto social não constitua um ato vão, todo o corpo constrangerá o individuo a obedecer à vontade geral.
VIII – Do Estado Civil
A passagem do estado natural ao civil produz transformações no homem, substituindo o instinto pela justiça e conferindo moralidade às suas ações. O homem se vê obrigado a agir conforme princípios distintos dos naturais. Ao entrar no estado civil, o homem passa de animal estúpido a um ser inteligente.
Esta mudança implica em perdas e ganhos. Com o contrato social, o homem perde a liberdade natural e o direito ilimitado sobre as coisas. Em contrapartida, ganha liberdade civil, liberdade moral e propriedade do que possui. A liberdade natural é limitada pela força individual e a civil pela vontade geral. A liberdade moral é o que torna o homem senhor de si, enquanto o impulso do mero apetite é escravidão.
IX – Do Domínio Real
Os indivíduos alienam a si, seus recursos e seus bens à comunidade no ato de sua formação. A natureza da posse não muda se tornando propriedade nas mãos do Estado, mas a posse pública é mais forte e mais irrevogável que a individual. O Estado, perante seus súditos, é o senhor de todos os bens pelo contrato social. Entretanto, perante outras potências, é senhor pelo direito de primeiro ocupante concedido pelos súditos.
O direito de primeiro ocupante apenas se torna verdadeiro direito após o direito de propriedade se estabelecer. O homem tem direito ao que lhe é necessário, mas o ato positivo, que o torna proprietário, o exclui de todo o resto. Tornando-se proprietário de seus bens, o homem deve se limitar a estes, sem nenhum direito à comunidade, que explica o fato de o direito de primeiro ocupante, tão frágil no estado de natureza, ser respeitável pelos homens civis.
Para se autorizar o direito de primeiro ocupante devem ser observadas três condições: que o terreno não seja habitado por ninguém, que só ocupe a porção que lhe é necessário e que se tome posse não por cerimônia, mas pelo trabalho e cultivo, sinais de propriedade na ausência de títulos jurídicos e que devem ser respeitados pelos outros.
Neste sentido, Rousseau demonstra a ilegitimidade de ocupações que não obedeçam estas condições com o exemplo da colonização espanhola nas Américas com Vasco Nuñes Balboa, qualificando-as como usurpação punível.
As terras dos indivíduos, reunidas e contiguas, se tornaram território público, e o direito de soberania, que se estendia sobre os súditos, tornaram suas propriedades reais e pessoais, criando uma dependência ainda maior dos possuidores que utilizam suas forças para a sua felicidade. Reis antigos, que não percebiam essa vantagem, se denominavam reis dos povos, como rei dos persas. Reis de hoje, mais hábeis, se intitulam reis dos territórios, como rei da Espanha. Dominando os territórios se fazem mais confiantes para dominar os habitantes.
Uma peculiaridade dessa alienação é o fato de a comunidade aceitando as terras dos particulares, ao passo de destituí-los, os garante posse legítima, transformando a usurpação em direito, a fruição em propriedade e os possuidores em depositários do bem público, com seus direitos respeitados pelos membros do Estado e sustentados contra o estrangeiro.
Também pode ocorrer de os homens se unirem sem propriedades. Apossando-se posteriormente de qualquer terreno, podem usá-lo comunitariamente ou dividi-lo, seja em partes iguais ou em partes apontadas pelo soberano. Independente de como se adquire a propriedade, o direito do particular sobre os seus bens está subordinado ao direito que a comunidade tem sobre tudo.
Encerrando o Livro I e o Capítulo IX, Rousseau faz uma observação que fundamenta todo o sistema social. Assevera que ao passo de extinguir o direito natural, o pacto fundamental substitui por uma igualdade moral a desigualdade dos indivíduos, seja de força ou talento, tornando-os iguais por convenção e direito.
Bibliografia:
Rousseaul, Jean-Jacques. Do Contrato Social. Tradução de Ricardo Rodrigues da Gama. 1ª ed. São Paulo: Russel, 2006.
Muito boa sua resenha… você nao teria das outras partes do livro nao?
eu ficaria muito grato se tivesse. obrigado.
NÃO TEM BIBLIOGRAFIA? COMO POSSO ACREDITAR NAS FONTES???
Olá Allan!
Estou fichando a parte restante do livro, mas creio que ainda levo mais alguns dias, considerando o pouco tempo que me tem restado.
No mais, posso disponibilizar o livro na íntegra para você, caso tenha interesse. Basta um ok que lhe envio no teu mail!
Grande abraço e obrigado pelo comentário!
Gelma,
Fico muito grato pela sua observação acerca da fonte que utilizei como referência. Procurei manter a máxima qualidade no resumo, parágrafo por parágrafo, mas acabei pecando neste pequeno, porém necessário, detalhe. Referência bibliográfica creditada!
No entanto, sobre a bibliografia, não procurei dar atenção além de uma breve leitura que, por conseguinte, ficou de fora deste meu resumo. Caso queira estudar a vida e obra de Rousseau com material de singular qualidade, recomendo que comece pela Enciclopédia Britânica clicando aqui.
Obrigado pelo comentário e bons estudos!
Nossa gostei muito, estou fazendo um trabalho sobre ele . e me ajudou será que vc não teria um resumo também do discurso: qual é a origem da desigualdade entre os homens, e se é autorizada pela lei natural. Nossa iria me ajudar muito. Agradeço.
A cada leitura, não importa se é um livro ou um texto, nos leva a uma ótica diferente, principalmente quando se trata dos grandes pensadores clássicos. Portanto, este resumo permitiu avaliar de forma sintética e ao mesmo tempo uma visão holistica da sociologia e da politica.
Estou trabalhando o Manisto do partido Comunista – Marx e Engels. Se tiver algum comentário, gostaria de compartilhar.
Abraço e meus agradecimentos.
Geraldo
Santa Teresa-ES
A cada leitura, não importa se é um livro ou um texto, nos leva a uma ótica diferente, principalmente quando se trata dos grandes pensadores clássicos. Portanto, este resumo permitiu avaliar de forma sintética e ao mesmo tempo uma visão holistica da sociologia e da politica.
Estou trabalhando o Manisto do Partido Comunista – Marx e Engels. Se tiver algum comentário, gostaria de compartilhar.
Abraço e meus agradecimentos.
Geraldo
Santa Teresa-ES
21.05.2008
Olá Danilo,
gostei muito do resumo,
você tem a continuação?
Ficaria grata.
Aguardo.
Évelin,
Ainda não me sobrou o tempo necessário para escrever o restante do resumo. Creio que em duas semanas, no máximo, o postarei!
Bons estudos!
Geraldo,
Caso tenha terminado a resenha do Manifesto, poste-o aqui!
Grande abraço!
Sr. Danilo,
Li a sua resenha e adorei, mostra de forma compreensível e o livro é literalmente tediante. Preciso fazer um trabalho sobre este livro, teria como o Sr. está me enviando o restante do livro.
No aguardo,
Bárbara Góes.
Olá.. estava procurando um resumo desse livro e achei esse seu.. muito bom! Seria possível me enviar o livro por e-mail? Obrigada =)
beetterfly@hotmail.com
Oi Danilo, Boa Tarde…
Estou no primeiro ano de direito, e to me ferrando na materia de ciências politicas, rs!
O professor esta usando o livro do Rosseau, o contrato social, e não consigo entender nada a respeito. Esse bimestre preciso fazer a resenha do livro IV é um trabalho que vale como parte da prova, e não sei como comecar, será que pode me ajudar?
Desde já agradeço,
Abraços
Luci
Olha eu de novo…rs!!
Aliás de tiver do livro inteiro, e puder me mandar eu agradeceria, pois fica bem melhor entender Rosseau através de suas palavras, li o que escreveu no livro I e adorei… parabéns!!!
Abraços
Luci
olá adorei o sua resenha! vc ja terminou de fichar o resto do livro? é que eu preciso muuuito dele. se sim por favor me envia?
agradeço desde já!
beijos :*
e ai? alguem me dá noticias?
Oláá.. gostaria de saber c terminou o restante?
Muito obrigada
se vc tiver o restante do resumo do livro me envie ok? parabens por seu trabalho
quero esse resumo do livro contrato social no e-mail
Quero o resumo no meu e-mail livro contrato social
Parabéns, muito bom seu trabalho, gostaria muito de receber o restante em meu e-mail. Continue assim, brilhando.
Olá, estou precisando do resumo do livro todo “Do Contrato Social”. Será que você poderia mandar no meu e-mail, por favor?
Desde ja agradeço!
Oi Danilo,
Paraabéns pelo seu trabalho.Você já concluiu o restante do livro. Será que pode me enviar por e-mail. Agradeço imensamente. Sucesso!
Olá, você tem o restante do livro? Gostaria muito de saber… se puder me enviar..
Obrigada
Oi Danilo,
Se você puder me ajudar, agradeço. Estou numa situação delicada, vou apresentar um seminário dia 16/09/2008 e fiquei praticamente sozinha para desenvolver o trabalho sobre do Contrato Social de Rosseau e o tempo é curto. Aguardo um retorno seu quanto a conclusão do restante do livro.
Oi Danilo,
Se você puder me ajudar, agradeço. Estou numa situação delicada, vou apresentar um seminário dia 16/09/2008 e fiquei praticamente sozinha para desenvolver o trabalho sobre do Contrato Social de Rosseau e o tempo é curto. Aguardo um retorno seu quanto a conclusão do restante do livro.
Oi Danilo, tudo bom?
Tô precisando urgente do Livro 2. Só que com bastante urgencia.. você poderia por gentileza me mandar por email?
Grata.
Oi Danilo,
gostaria de saber se você já terminou o fichamento e se poderia me fornecer.. A parte 2. Tenho uma prova para estudar sobre este livro! Porem não tenho tempo e estou muuuito atrasada!! Sera de grande ajuda! :)
olá Danilo se for possível me mandar por e-mail o resumo do livro II do contrato social de Rousseau ficaria muito grato!!!
desde já gradeço….
Boa tarde Danilo,
Como consigo o restante do resumo do livro O contrato de Rosseau?
Obrigado.
Oi Danilo, ótima resenha, parabens!
Vc tem as resenhas do Livro II e do Livro III tambem?
Se tiver, poderia me mandar?
Obrigada!
[...] Veja também: Jean-Jacques Rousseau – Do Contrato Social – Livro I [...]
este resumo e muito bom pois se nao fosse ele iria me ferrar na prova ainda bem que encontrei a tempo
Danilo,
A sua interpretação ajudou-me em muito a compreender o Livro I do Contrato Social de Rousseau. Fineza encaminhar, urgente, as demais interpretações sobre os Livros II, III e IV para que possa estudar todo o livro.
Gta.
Eronildes
Oi Danilo,
Vc chegou fazer o resumo de todo o livro???
Se puder me enviar, ficarei eternamente grata.
Sidene
oi danilo,
tenho um seminário para apresentar sobre o contrato social, queria que voce me desse alguma dica sobre a intituição do governo para rousseau, e da parte que ele diz que o governo nao e um contrato.
agradeceria muito sua ajuda
caro colega.
sou um estudante de filosofia da uern, e estou fazendo minha monografia em rousseau sobre o homem que tem o poder de decidir rumos atraves de suas escolhas na sociedade que ele habita. vc poderia me ajudar. desde ja lhe sou muito grat.
Oi… preciso dos resumos do Livro IV do Contrato Social, e do Resumo Politica: Quem manda, por que manda, como manda, Autor: João Ubaldo Ribeiro
ilustre colega
sou acadêmico de filosofia da PUCPR. Estou pesquisando sobre a teoria politica de Rousseau no Contrato Social para a realização de minha monografia. Você poderia me mandar algum arquivo sobre o assunto? Desde já agradeço a atenção.
Ola estava procurando o resumo do livro Contrato Social,
por favor se for possivel gostaria que me mandasse para o meu e-mail.
Obriga
Bom dia! Por favor, estou a procura do resumo : Contrato Social! E, de como nasce o Direito, Francesco! Pode me ajudar…desde já agradeço! sds.
sa rseha ficou muito boa vc nõ teria a do livro III tbm é que tenho que etrega essa resenha no prximo dia 27-03-09. agradeço antecipadamente
Meus parabéns, precisava de uma base para o meu fichamento e esse ficou ótimo, quanto aos que querem além dessa resenha querem a obra inteira Do Contrato Social, outras obras de Rousseau, e também outros grandes clássicos, podem acessar o site do Dominio Publico (procurem no Google). São arquivos pequenos, apenas alguns megas, de graça.
Valeu’ O livro I e o II são os mais complicados de se entender e fichar. Por isso quem termina seu fichamento, postem em tópicos, para ajudar os outros. Terminei o meu do livro I, mas como já está aí muito bom, nem preciso postar o meu. ^^
ja tinha lido a obra e não me tinha ficado muito claro, mas com a sua resenha compreendi-a melhor.
parabens por mim fizeste um optimo trabalho
Olá, estou precisando do resumo do livro todo “Do Contrato Social”. Será que você poderia mandar no meu e-mail, por favor?
Desde ja agradeço!
Thank you man, very good! Congratulations !
ajudou mto na nossa pesquisa bjssss
ótima sua resenha me ajudou muito em um trabalho.
valeuuuuuuuuuuuuuuu
Ola, belo trabalho, meus parabéns. Posso pedir um favor, se tiver o resumo do livro pode enviar em meu e-mail?
Agradeço desde já!!!
por favor preciso do resumo completo do livro contrato social li a sua resenha e achei inteligente o seu trabalho as suas ideias diante da realidadeque vivemos voce resumiu atraves desse livro.Obrigada desde já agradeço
ola gostei mto do seu resumo e gostaria de saber se voce tem o resumo do resto do livro eu agradeceria se voce pudesse me dar. desde ja obrigada.
Sua exposição foi brilhante, estamos precisando de mais pessoas como vc,parabéns.
alguem tem o resumo do Livro IV do contrato social??
valeu
preciso do resumo do livro o contrato social livra II e IV
preciso do resumo do livro o contrato social livro II e IV
ficou otima sua resenha, preciso do resumo do contrato social II, III IV ficarei grata se me mandar!!
Olá.
PErfeita a sua resenha, mais eu gostaria do resumo do livro ,do contrato social e que me enviasse o resumo por partes do livro 3 e 4.
Desde já agradeço!
o quanto antes me enviar, eu fico grata!
Olá caro colega, vc já teria feito a resenha dos outros livros??? Se já tiver feito poderia me enviar que ficarei grato. Abraços
OIIIII, SE vc já acabou a resenha do livro se vc podesse me enviar, ficaria agradecida.
ok achei o comentario ilustre mais como alguen falou precisa de fontes academica para maior validação.
Olá, muito boa mesmo a sua resenha, pode me mandar a do livro III?
Gostei muito, mais vc poderia me mandar o resto do resumo ??
valeuu
Eta cambada de gente preguiçosa…. Deviam ter vergonha de pedir resumo ou resenha…
Peguem o livro e leiam…
Conhecimento não ocupa espaço…
E ai tranquilo!Boa Tarde,quero saber se vc pode contribuir para uma pesquisa que estou iniciando.Preciso de algo mais relacionado a Emilio,da Educação livro 03…Estou lendo o livro,mas gostaria de ler algo desta coluna.Ponto de vista ,argumento,enfim um parecer de seu modo de ler as entrelinhas.É possível?!Se sim,obrigado,sa não obrigado tbém…lucianno
muito bom, seu resumo!! pode mandar o resumo do livro inteiro no meu email também?
valeu!!
Adorei!! Para quem trabalha e estuda e não tem tempo de ler todos os livros necessários, sua resenha está excelente, vez que tem todos os elementos necessários do livro. Parabéns!!
Olá , gostaria do resumo do Contrato Social do Rousseau, estou no primeiro ano de Direito, nao estou entendendo essa materia.
E sobre os contratualistas, Kelsen, Hobbes, tem alguma coisa?
Ola Danilo,
Queria a origem, como foi criado e objetivo do Contrato Social de Jean Jacques Rousseau.
Obrigado.
Qria q mandasse pro meu e-mail.
Abraço
Resenha do Caralho!
Fuck It!
Oi Danilo!
Muito bom…ficaria muito grato se enviasse por e-mail pra mim o resumo todo. Desde já agradeço.
Um abraço.
Olá!!!
Tudo bem?
Gostaria de saber se vc possui o resumo do livro Como Nasceo Direito de Francesco Carnelutti. Por favor se tiver envie para mim…
Muito obrigada!!!
Bianca
Muito bom, era exatamente o que eu queria, OBRIGADÃO.
Oi! Tudo bom, primeiramente, gostaria de dizer que a resenha esta muito boa e que tenho que trabalhar um livro e não sabia por onde começar.Acho um absurdo que os professores não ensinem a seus alunos, algo tão importante . Irei tomar a tua por exemplo e construir A MINHA. OBRIGADO.. E SE TIVER ALGUMA TÉCNICA DE CONSTRUÇÃO,POR FAVOR, ME ENVIE
Muito bom seu resumo Danilo.
Sera que poderia me mandar todo o livro por email.
Obrigado.,
olá
preciso deste resumo completo voce teria ele para me mandar?
MUITO OBRIGADO!
olá Danilo vc pode me enviar o fichamento completo desse livro por favor ?
colega danilo,podes me enviar o resumo de pelomenos 15 paginas.do livro o contrato social de jean jackes rousseau
Preciso urgente do resumo completo!
Será que poderia me enviar?
Desde já obrigado.
Parabéns pelo resumo,linguaguem fácil e bem clara, mas particularmente ainda tive dificuldades em dois capítulos, entretando apronfundarei melhor o assunto… não tive muito tempo para estudar o livro integralmente enfim, de qualquer forma meus agradecimentos pela iniciativa.
Oi,gostaria que alguem me enviasse o resumo do livro,obr
Olá Danilo
Muito boa sua resenha, ajudou esclarecer alguns pontos que estava com dúvidas.
Gostaria de receber também os resumos do livro II, III, IV e V por email.
Desde já muito obrigada!
olá
gostaria de saber se você tem e pode me mandar as resenhas das outras partes (III e IV), desde já agradeço.
Olá Danilo
Muito boa sua resenha me ajudou bastante, gostaria de receber também os resumos do livro II, III e IV por email.
Desde já muito obrigado!
Ola, boa tarde!!!
Otimo a Resenha do livro,,perfeito, vc teria o restante do livro pra postar no e-mail , por gentileza.Desde ja grato,
Heverton Danilo Ferreira
Olá Danilo
Muito boa sua resenha, ajudou muito.
Gostaria de receber também os resumos do livro II, III, IV e V por email.
Desde já muito obrigada!
Olá Danilo,
Gostaria de saber se você pode por gentileza me passar o restante do seu fichamento sobre o Livro Do Contrato Social de Jean-Jacques Rousseau.
Vi o fichamento que você fez da primeira parte do livro e ficou muito bom, se puder me e-viar principalmente o ultimo livro te agradecerei imençamente, pois tenho uma apresentação dentro de 7 dias e não estou conceguindo terminar…
Desde já agradeço sua atenção… Abraços Bruna Faustino
olá,
estou precisando muito do fichamento do livro dos delitos e das penas. é para entregar sexta . ficaria muito grat se vc me mandasse.
obrigada